segunda-feira, agosto 25, 2008
Flatulência verbal de fim de Verão
- A mini perdeu gás e o verde branco não se fez rogado;
- 25 anos depois, o corta-vento encarnado de lona grossa continua a cortar o vento;
- Ainda na praia, as bóias da namorada do Pedro-Blog-Duarte, que é deputada (do PS) sempre que lhe pedem;
- Mecânica: dois riscos paralelos ao longo da carroçaria, cinzeiro de trás partido, atascanço (não é um despiste por uma tasca a dentro), mensagem no painel de instrumentos: "Revisão Imediata". Merecida.
- (...)
Who cares?
quinta-feira, agosto 21, 2008
sábado, agosto 16, 2008
terça-feira, julho 22, 2008
Aiiii...
Alguém explica aos ciganos de Loures que o programa Casa Pronta, lançado ontem pelo Governo, não é para oferta de casas?
segunda-feira, julho 14, 2008
Palavras perdidas dos anos '80
E S C A N I F O B É T I C A
NR: Ouvi este fim-de-semana e achei por bem assinalar.
NR2: Também haverá escanifogótica?
quarta-feira, julho 09, 2008
segunda-feira, julho 07, 2008
terça-feira, julho 01, 2008
segunda-feira, junho 30, 2008
Deep...
Aumenta ainda o preço dos actos religiosos.
€25,00 - um baptismo - é agora, e cada vez mais, o preço que não estou disposto a pagar.
quarta-feira, junho 25, 2008
terça-feira, junho 24, 2008
Antes de casares comigo, deverás saber que...
...Sou um déspota dum ditador, o que mais ordena, mais exige, mais vocifera, menos tolera, menos condescende, tudo e apenas para que as coisas não saiam do sítio, não da respectiva ordem natural, mas da ordem pela qual as coloquei, no meu critério, que não admite crítica, reparo ou sugestão, por mais que custe a essas coisas não se misturarem com outras, como os outros misturam, o que critico, faço reparos e sugiro, não sem admitir, feita a crítica, o reparo e a sugestão, que devem continuar misturadas, pois se é isso que acho, que ordeno, exijo e não tolero que não seja assim.
Nem por isso, ou só por isso, deixo de amar, mesmo que as coisas estejam fora do sítio, eventualmente até na respectiva ordem natural.
Que música escutas tão atentamente
que não dás por mim
Que bosque, ou rio, ou mar?
Ou é dentro de ti
que tudo canta ainda?
Queria falar contigo,
dizer-te apenas que estou aqui,
mas tenho medo,
medo que toda a música cesse
e tu não possas mais olhar as rosas
Medo de quebrar o fio
com que teces os dias sem memória
Com que palavras
ou beijos ou lágrimas
se acordam os mortos sem os ferir,
sem os trazer a esta espuma negra
onde corpos e corpos se repetem,
parcimoniosamente, no meio de sombras?
Deixa-te estar assim
ó cheia de doçura
sentada, olhando as rosas,
e tão alheia
que nem dás por mim
Eugénio de Andrade
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